sexta-feira, 16 de março de 2012
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
quinta-feira, 24 de novembro de 2011

De acordo com a Lei 5.194 de 25 de Dezembro de 1966 e pela resolução 218 de 29 de Junho de 1973 do CONFEA - Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, na área das edificações urbanas tanto o Engenheiro quanto o Arquiteto tem as mesmas atribuições profissionais.
Segundo o arquiteto Gilmar Lima, a atuação do arquiteto é mais humanista e interpretativa das necessidades e atividades humanas que a engenharia, e pode se iniciar antes mesmo da elaboração de um projeto, pois sua assessoria já se inicia na detecção de necessidades e carências, escolha do terreno, a supervisão dos serviços preliminares e planejamento. Na nossa ótica um depende de outro, e ambos possuem uma importante e distinta função social, mas deveriam ter suas atribuições mais próximas de suas formações profissionais, amparadas por lei.
O arquiteto e urbanista tem exclusividade para trabalhos relativos a planejamento urbano e regional, monumentos e patrimônio cultural, enquanto o engenheiro o tem para obras relacionadas à infraestrutura (estradas, pontes, portos etc.).
Agora, compare a grade curricular de cada curso (tendo como base minha cidade, Santa Maria RS):
Arquitetura & Urbanismo - 6 anos na UFSM e 5 na Unifra, peguei a grade da Unifra - http://www.unifra.br/cursos/disciplinas.asp?curs=32&grad=Arquitetura%20e%20Urbanismo&endereco=arquitetura
Engenharia Civil (UNIPAMPA): 5 anos
http://porteiras.unipampa.edu.br/alegrete/arquivos/grade_ec.pdf
Decoração - tem cursos de 2 meses e até de 4 anos. Organiza os ambientes estéticamente (estes não podem modificar partes estruturais do edifício sem consentimento de um profissional da construção civil). Segundo o MEC, sem currículo aprovado.
Fica claro, então, que arquiteto não é decorador e nem, muito menos, engenheiro frustrado. Ele calcula, lê milhares de normas e não simplesmente faz um desenho e entrega um rabisco na mão do engenheiro para que este resolva tudo como prega o pensamento popular.
Se quiser fazer arquitetura porque desenha bem, então acho melhor você ir para o curso de artes!
Té a próxima, gurizada!
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
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| Fachada Original do edifício. Fonte: Edmundo Cardoso |
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| Fachada modernista |
Por que não criar uma fachada contemporânea e mais adequada ao momento atual da arquitetura? Um memorial dentro da edificação que mostrasse o histórico do edifício? Por que copiar e tentar recriar a fachada original do prédio conseguido através de fotografia, plantas originais.. que seja?
Como restaurar o que não existe?
Não seria melhor opção a demolição do prédio, então? Eis o final result:
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| original |
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| restauro |
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
São denominados barros magros os que partem com facilidade quando trabalhados, e barros gordos os que possuem mais maleabilidade-plasticidade.
Deve-se notar que os trabalhos com argila não propiciam resultados imediatos. As etapas são sempre demoradas. Calma e paciência são qualidades que todo ceramista deve ter.
Argila para ser trabalhada tem que estar úmida, maleável. Se for acondicionada num invólucro de plástico grosso, hermeticamente fechado, sua conservação se dará por longo período de tempo. Aberta a embalagem, a argila deverá ser mantida envolta em plástico e armazenada em recipiente fechado e em lugar fresco. Se isto não ocorrer seu endurecimento se dará em pouco tempo, dificultando seu uso e manuseio.
Caso a argila endureça ela pode ser reciclada sem que perca suas características originais. Para tal deixa-se secar completamente e, em seguida, coloca-se o material, quebrado em pequenos pedaços, num recipiente, cobrindo-o com água. Após alguns dias, a massa resultante, já completamente amolecida, pode ser posta para secar sobre uma placa de gesso ou de madeira. No entanto precisa ser bem amassada para ficar novamente pronta para o uso.
A reciclagem de grandes quantidades pode ser feita com um equipamento chamado Maromba.
Descoberta, no Maranhão, argila rara que corrige acidez do solo

O secretário de Estado de Minas e Energia, Ricardo Guterres, recebeu do presidente da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), Manoel Barretto da Rocha Neto, conclusões parciais de pesquisa que indica a existência no Maranhão de uma argila considerada preciosa e rara.
O resultado preliminar da investigação técnica, que será concluída no final deste ano, foi apresentado a Guterres durante reunião, realizada este mês na sede da Companhia, no Rio de Janeiro. Participaram do encontro, o diretor geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Fernando Fialho, e o diretor de Relações Institucionais e Desenvolvimento, da CPRM, Antônio Carlos Bacelar Nunes.
A pesquisa foi realizada por cientistas da CPRM, órgão do Ministério de Minas e Energia. A existência do mineral na Região Tocantina já está comprovada. Faltam apenas serem fechados detalhes em termos de mapeamento que serão totalizados até dezembro.
A argila encontrada tem propriedades físico-químicas, o que a torna propícia para corrigir a acidez de terras que podem, desta maneira servir para plantio. Pesquisadores em agropecuária consideram-na a redenção para garantir produtividade a áreas inóspitas do cerrado. “Essa argila ajuda a impedir a lixiviação do solo”, afirmou Manoel Barreto.
Durante a reunião, eles analisaram propostas de exploração sustentável dos recursos minerais e hidrogeológicos do Maranhão, inclusive o da argila encontrada na Região Tocantina.
“A Secretaria de Minas e Energia está trabalhando em parceria com o governo federal, por meio do Ministério de Minas e Energia, e com as prefeituras e o setor privado, conforme diretriz estabelecida pela governadora Roseana Sarney”, explicou Ricardo Guterres.
O secretario de Minas e Energia recebeu de Manoel Barretto o recém-lançado “Atlas de Rochas Ornamentais da Amazônia Brasileira” com as informações sobre o potencial mineral maranhense. O documento, que é resultante de uma pesquisa técnica, apresenta 88 materiais avaliados e catalogados nos Estados do Maranhão, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Do total, 75% não têm registro anterior e podem vir a ser explorados em empreendimentos mineroindustriais. Fernando Fialho lembrou que mapeamentos como esse são importantes para atrair potenciais investidores.
A CPRM tem atribuições de Serviço Geológico do Brasil. Sua missão é gerar e difundir o conhecimento geológico e hidrológico básico necessário para o desenvolvimento sustentável do Brasil. Atua nas áreas de levantamento geológico, geofísico, geoquímico, hidrológico, hidrogeológico e de informações para gestão territorial. Opera, também, na gestão e divulgação de informações geológicas e hidrológicas.
Fonte: Portal do Maranhão
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Productivity Improvements
iVisit 3D Panoramas
quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Cerâmica é a argila (barro) que queimada em forno torna-se dura e pouco quebradiça. Os seus principais elementos constitutivos são a sílica e o alumínio.
Há milhares de anos já se faziam objetos de argila. A Cerâmica é uma atividade que mantém inalterável, até hoje, os seus principais fundamentos :obter a argila, moldar, secar e queimar.
São inúmeros os tipos de argila existentes. Algumas são usadas para confeccionar telhas, tijolos, manilhas, vasos de plantas etc; outras para confeccionar pisos, azulejos,objetos etc; outras para a chamada louça branca usada principalmente em banheiros- pias, vasos sanitários etc; e outras para a chamada cerâmica artística - artesanal - objetos utilitários, objetos decorativos, esculturas etc
A argila existe em toda superfície terrestre. Alguns tipos são encontrados a céu aberto e outros em minas subterrâneas.
A argila quando retirada da natureza geralmente contém corpos indesejáveis, impurezas, e por isso necessita ser beneficiada através de processos mecânicos e químicos. Se for conveniente podem ser acrescidos ou retirados elementos de sua composição para usos específicos e regular sua plasticidade (ocorrência de rachaduras e esfarelamento).
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
| Exposição de cerâmica mostra interpretações conceituais do barro | | | |
| Por Raul Kurtz Cezar (da Redação) | |
| 27 de setembro de 2011 | |
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Fotos: Ana Carolina Grützmann da Silva (Laboratório de Fotografia e Memória) |

















A partir desta terça-feira, 27 de setembro, até 13 de outubro, realiza-se na Sala de Exposições Angelita Stefani, no Conjunto III, prédio 14 da Unifra, a exposição Cerâmica, mostra do grupo de pesquisa em variações e diferentes interpretações conceituais do barro.
A mostra faz parte do projeto Uma proposta de possibilidades estéticas e funcionais entre as linguagens do design e da cerâmica, da professora e coordenadora do curso de Design, Círia Moro. O projeto visa à criação de produtos inovadores oriundos da fusão da cerâmica com outros materiais naturais e o metal, para, assim, resgatar uma “identidade perdida” pelos produtos industrializados.
A exposição conta com obras de Laudete Balestreri, Graça Garcia, Emerson Dantas, Fabiane Culau e da própria Círia Moro. Além disso, estão expostos também trabalhos desenvolvidos pelos alunos da disciplina optativa de Cerâmica, ofertada pelo curso de Design da Unifra. 




















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